sexta-feira, 17 de junho de 2011

Nem tudo que parece é


Primeira história do Doce aroma de café produzida por mim, espero que gostem e não esqueçam de comentar.


Nem tudo que parece é
Liur Matheus

Cheiro muito forte de cigarro, barulho de copos sendo bebidos, uma banda tocando, com a vocalista cantado Snow (Hey oh) de Red Hot Chili Peppers, e em um local já bem ao fundo solitário um homem tragava um cigarro e bebia sua cerveja, sua expressão era de abatimento e tristeza, a dona do bar se chamava Marianne e sempre se perguntava o por que daquele homem frequentar seu bar toda noite, ela observava o rapaz e percebia que o seu rosto erá de um belo homem, mas que trazias expressões em seu rosto de abatimento e a sua imensa barba negra escondia suas feições, o rapaz não pronunciava outra frase a não ser, “me traga outra dose e mais um maço de cigarro”, a cada noite que se passava, o rapaz sentava na mesma mesa e sempre, a dona do bar ficará a cada noite mas curiosa para descobrir algo sobre ele, porem não tinha coragem de ir perguntar, até que uma noite, o bar estava praticamente vazio, além do rapaz solitário um homem se embriagava loucamente com sua cerveja se queixando que sua esposa o tinha traído, é essa noite, pensou Marianne brincado com o filtro do cigarro em seus dedos, o rapaz mais uma vez pronunciou:

Por favor, me traga mais uma dose, e outro maço de cigarro.

Como Marrianne estava trabalhando sozinha em seu bar, resolveu aproveita a oportunidade de atender o cliente para matar sua curiosidade.

- Boa Noite, senhor aqui está sua cerveja e seus cigarros.

- Obrigado.
Respondeu com uma voz de tristeza

Desculpa não quero lhe incomodar, mais fiquei curiosa desde que você apareceu em meu bar, todas as noites você está aqui nessa mesma mesa, é o primeiro cliente a chegar e o último a sair, sempre solitário e triste, teria algo a mas que eu poderia ajudá – lo ?

O rapaz, curioso e espantado com aquelas palavras, levantou a cabeça e observa aquela moça, ele perdesse em seus pensamentos, depois de tantos anos sendo maltratado, uma mulher volta a ser simpática, ele observou-a, ela erá uma mulher alta, aparentava está de bem com a balança, tinha a aparência de uma mulher de seus 22 anos ( ele ficou perguntado-se como uma mulher tão jovem era já dona de um bar), seus cabelos comprido e negros alcançava-se volumoso quadril, sua pele branca e seus olhos eram azuis e super chamativos, vestia uma camisa tomara que caia preta que destacava suas excelentes curvas, valorizava seus seios volumoso e sua cintura fina, e deixava sua bela barriga de fora a qual ele percebeu que a moça fazia academia todos os dias, razoavelmente grande, um short que não era vulgar mais que destacava ainda mais sua cintura e seus quadril largos, o rapaz ficou parado por alguns minutos a admirando, ele estava querendo saber o por que uma mulher tão linda e jovem, era dona de um bar como aquele, depois de alguns minutos os dois estavam se analisando, ele lembrou que a bela moça havia lhe perguntado o motivo de ele está ali todas as noites.
Minha vida, virou de cabeça para baixo, perdi meu emprego, todos os meus investimentos deram errados e não possou sorte no amor.

Os dois ficaram em torno de uns 5 minutos se paquerando, no bar tocava Far Away de Nickelback, então foi que Marianne lembrou - se de uma frase que ela sempre lia todas as manhãs virando-se de volta para o rapaz e falando.

A muito tempo me decepcionei com uma pessoa, que eu achava que o amava muito, e eu sempre leio essa frase de Fernado Sabino todas as manhas para me dar força e ir atrás dos meus sonhos “ Façamos da interrupção um caminho novo. Da queda um passo de dança, do medo uma escada, do sonho uma ponte, da procura um encontro”.

O rapaz escutou aquelas palavras vindas de lindos lábios vermelho vivo e carnudos com uma voz sensual e calma ao mesmo instante. Porem a moça interrompeu mas uma vezes seus pensamentos.

Como eu posso te chamar ?

Carlos. E você como posso chamar ?

Marianne. Mais pode me chamar de Marry.

Muito prazer Marry.

Muito prazer Carlos.

Os dois deram gargalhadas e acabaram conversando a noite toda, dando pequenas pausas para a Marianne poder atender aos outros clientes do bar.

Enfim chega a hora de fechar o bar e ir para casa, pensou Marry, porem ela imaginava o quanto essa noite foi incrível e o tempo que fazia que ela não se divertia tanto. Carlos a acompanhou quando ela fechava o bar e a deixando em seu apartamento, Marianne morava em um prédio quase acabado ou podemos dizer abandonado, as paredes já estava a mostrar o rebolco, as grades das janelas enferrujadas e a porta para a entrada do prédio, erá um portão velho e enferrujado, Carlos então imaginou como uma mulher tão linda poderia morar em um local como aquele, quando Marianne o interrompe dos seus pensamentos mais uma vez.

Bem é aqui é onde moro.
Falou Marry com um sorriso meio sem graça.

Hum! parece ser um local bom de se viver.
Respondeu Carlos.

Ah! Carlos não venha com essa, deve ser totalmente diferente de onde você mora.
Respondeu Marry com um ar de tristeza.

Carlos ficou calando, mas Marry o puxou e o beijou como aqueles típicos beijos de cinema. Os dois então entraram para o apartamento da Marry e fizeram amor a noite toda. Depois de passar algumas noites juntos, e de Carlos voltar a trabalhar, Marry foi morar com ele em seu apartamento que era de frente ao mar. Tudo aparentava tá dando certo na vida do casal, quando Carlos recebeu uma ligação em seu trabalho e saiu desesperadamente, chegando ao hospital o medico o deu a péssima noticia a qual ninguém deseja escutar. “Sinto muito senhor mais sua mulher não resistiu aos ferimentos”. Esse dia para Carlos estava sendo o pior dia de sua vida, sua mulher a mulher da sua vida, que fez a sua vida desesperada voltar a dar tudo certo, acabará de falecer, por culpa de algum bandido desgraçado a qual queria assaltar, e atirando em seu peito, a qual tirou de Carlos seu coração, seus pensamentos e seus sonhos, Carlos voltará aquela noite para casa pensando nos momentos, os ótimos momentos que tinha passado naqueles dois últimos meses ao lado da Marry, chegando em casa o rapaz deitou-se e tentou pensar em mais nada a não ser nela.

Quando a campainha tocou, ao abrir a porta um senhor, com cabelos brancos estava do lado de fora segurando uma carta e um pacote, Carlos ficou imaginado o que aquele senhor queria, foi quando o velho falou:

- Meu caro rapaz sei que você não passa por um bom momento, mais sua mulher morreu enfrente a minha casa, o bandido que a matou queria levar com ele esse pacote, e ela não queria deixar e gritava muito, o bandido atirou a queima roupa e saiu correndo, quando chamei o resgate sua esposa me chamou e me falou apenas 4 palavras antes de falecer. “Entregue ao meu marido”, me entregando a carta e esse pacote, descobri onde erá sua casa perguntado a moça do hospital, não sei o que tem aqui mas é algo importante que sua mulher deu a vida para salvar.

O senhor entregando a carta e o pacote virou-se, foi quando Carlos perguntou.

O que eu posso te dar por essa gentileza meu senhor ?

Tente ser feliz e não perca tudo que você conquistou do lado de sua mulher.
Respondeu o senhor, se virando e partindo.


Carlos fechou a porta e sentou - se no sofá, e olhava atenciosamente aquela caixa e resolvendo ler a ultima carta de sua mulher.

Meu amor, eu vendi o meu bar, aquele local mágico que me fez ti encontrar e me fazer feliz, eu achei justo vendê – lo para te presentear, que dizer nós presentear, dentro dessa caixa há uma surpresa, não queria te entregar pessoalmente, mas depois que você ler essa carta, e ver o que está dentro você possa pensar mais ainda em mim.
Beijos da mulher que mais te ama nessa vida

PS: Depois de abrir o pacote espero que você entenda.

Carlos caiu no choro depois de termina de ler, abrindo o pacote, quando ele abriu teve uma surpresa, dentro do pacote tinha mais outra carta, o documento de uma casa, e um álbum, quando Carlos leu a segunda carta, saiu correndo, pegando seu carro.

Passando alguns minutos dirigindo, ele chegou na casa a qual ele tanto sonhou a possuir, uma casa no bosque um verdadeiro paraíso, a casa centravas- se dentro de uma floresta, atrás da casa um campo imenso verde, e mais a frente um rio, um dos rios mais belo que alguém já vira, ele foi andado até o rio imaginando o quanto aquele lugar era lindo, chegando perto do rio, ele a vira, viva, mais linda do que antes, ela estava viva, quando Marry olhou para trás, sorriu e chorando pedia desculpas por ter feito ele sofrer imaginando que ela tinha falecido mais tudo não passava de um plano, todos, os médicos, enfermeiros, e o senhor tinha recebido para ajuda – la a realizar esse feito.

Depois de tudo, os dois viveram e vivem felizes ainda naquela casa de bosque, se amando cada vez mais até que Deus os chamou para viverem juntos, com seus pais e familiares nó céu, viram seus filhos e netos crescerem.

9 comentários:

Gostei bastante de seu texto.

Ai sei lá... por mais que teve um final feliz, é uma situação muito complicada com o risco do cara tomar alguma atitude imprudente devido ao estado de choque que estaria... mas história é história né!
Mandou bem!
Abraço!

Ah mas que hitória ótima!
Apesar de clichê, histórias com finais felizes são lindas.

Sei que já comentei aqui, e aguardo ansiosamente por novos textos tão bons quanto este.

ótimo post cara!continue assim!e vc terá um blog de sucesso!me visite tbm!
---------------------------------------------------------------
zoeirasanimada.blogspot.com

muito lindo seu texto!
http://decadenciavirtual.blogspot.com/

hhahahha
trabalhei ja com esta imagem!

É sempre bom ler uma boa história e essa é uma delas, muito boa... te seguindo...

opinião>www.jaylsonbatysta.blogspot.com

poesias>www.simplesmentejaja.blogspot.com

Sucesso!

Ah *_*
Gostei do finaal
Bom... VOu dá uma dica...
não posta a história td de uma veez assim ñ
Torna o texto grande e cansativo...
Divide ele em partes de acordo com o tamanho
FIKADICA#
^^
Abraço'
http://cantinhocomtudo.blogspot.com/

Postar um comentário

Share

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More